Raiva: confira os cuidados ao encontrar animais silvestres apresentando comportamento anormal

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Redação

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05/02/2025

Alguns animais silvestres podem ser transmissores da raiva, como morcegos, saguis, raposas e gambás-de-orelha-branca (timbus). A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal, por meio da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), orienta sobre os procedimentos que devem ser adotados ao encontrar animais apresentando comportamento anormal que possam denunciar a infecção pelo vírus da doença.

A raiva é uma zoonose (doença que pode ser transmitida dos animais ao homem ou do homem para os animais) causada pelo vírus do gênero Lyssavirus, que possui letalidade de aproximadamente 100% nos casos, por isso a importância da detecção e tratamento o mais breve possível. Ela pode apresentar três ciclos de transmissão: o urbano (representado por cães e gatos); o rural (representado por bovinos, equinos, suínos, caprinos) e silvestres (representado por raposas, guaxinins, primatas e, principalmente, morcegos).

Os animais silvestres podem correr o risco de se contaminarem com vírus da raiva e serem capazes de transmitir a doença a um ser humano ou um animal doméstico, mas eles não devem ser mortos ou abatidos. É importante ficar atento e respeitar o local de moradia deles, não os alimentando, e caso encontre algum animal silvestre caído, morto ou agonizante não tocá-lo; se possível depositar algum recipiente sobre ele para isolá-lo (como um balde ou caixa, por exemplo) e entrar em contato com a UVZ por meio do WhatsApp ou telefone 3232-8235, ou pelo aplicativo Natal Digital, e solicitar para que a equipe realize o recolhimento do animal.

A transmissão da raiva se dá pelo contato por arranhadura, mordedura ou lambedura do animal infectado, então, em casos de mordida ou contato de animais silvestres com o humano, deve-se lavar imediatamente o ferimento com água corrente e sabão e procurar imediatamente uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima da sua residência. Para casos de contato dos animais silvestres com animais domésticos, deve-se notificar a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) para ser realizado o reforço da vacina antirrábica, ou procurar uma clínica veterinária.

Outra medida importante de prevenção contra a raiva é vacinar anualmente cães e gatos com a vacina antirrábica. O imunizante está disponível para cães e gatos sadios com idade a partir de três meses que não tenham feito nenhum tratamento farmacoterápico nos últimos 30 dias.

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