Médicos têm até 26 de agosto para se adaptar sobre uso de IA
Publicado em
15/05/2026
O Conselho Federal de Medicina estabelece limites, responsabilidade, transparência no uso da IA, inteligência artificial, reforçando o papel central do médico e a proteção dos dados dos pacientes.
Quase 20% dos médicos brasileiros utilizam tecnologias de inteligência artificial generativa em suas rotinas profissionais. Os dados são da pesquisa TIC Saúde de 2024, desenvolvida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação.
Pensando nesses dados, o Conselho Federal de Medicina lançou em março de 2026, a resolução 2.454 de 2026 que normatiza o uso de IA na medicina.
A tecnologia não pode comunicar diagnóstico ou tratamento sem a participação do médico. As informações do paciente devem seguir regras rígidas de segurança e privacidade. O médico é responsável pelo cuidado e deve usar a inteligência artificial com senso crítico.
Se o médico vai usar a inteligência artificial no dia a dia, essa é uma decisão que deve ser tomada por ele e comunicada ao paciente.
Os profissionais devem se informar sobre a resolução até 26 de agosto deste ano, quando as diretrizes entrarão em vigor.
EBC/CRM



