Lâmpadas utilizadas em equipamentos de bronzeamento artificial estão proibidas no Brasil

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Redação

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03/04/2025

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, publicou nesta semana uma resolução que proíbe o armazenamento, a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a propaganda e uso de lâmpadas fluorescentes de alta potência utilizadas em equipamentos de bronzeamento artificial.

A medida foi adotada para coibir a fabricação e uso no país de câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos.

Esse tipo de equipamento é proibido no Brasil desde 2009, porque, de acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer, IARC, na sigla internacional, que é um órgão vinculado à Organização Mundial da Saúde, o uso de câmaras de bronzeamento artificial é cancerígeno para humanos.

Apesar disso, há estabelecimentos que mantém equipamentos do tipo em uso e comercializam os serviços de bronzeamento artificial de forma irregular, expondo a população aos efeitos nocivos.

A Anvisa lamenta também que algumas ações pontuais de Assembleias Legislativas Estaduais e Municipais estejam aprovando o uso desse tipo de equipamento e ressalta que esse tipo de medida é irregular porque contraria e desrespeita a norma federal da Agência.

Segundo a Anvisa, medidas legais já estão sendo tomadas, nesses casos, para resguardar e proteger a saúde da população.

Entre os riscos comprovados à saúde causados pelas câmeras de bronzeamento artificial estão envelhecimento da pele, queimaduras, rugas, inflamação da córnea e da íris, catarata precoce e câncer de pele.

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